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10 principais perguntas que estão fazendo sobre o PIX no Google

Equipe TOTVS | NEGÓCIOS | 02 novembro, 2020

Conteúdo produzido por Shipay

Anunciado em fevereiro pelo Banco Central, o PIX será o sistema nacional de pagamentos instantâneos e será lançado neste mês de novembro. As transferências e vendas feitas através deste meio de pagamento acontecerão em tempo real. Também poderão ser feitas a qualquer momento, sem necessidade de intermediários.

Convocamos os CEOs da Shipay, Charles Hagler e Luiz Guilherme Coimbra para respondermos as 10 principais perguntas que estão fazendo sobre o PIX no Google. Portanto, se você tem dúvidas sobre o funcionamento do sistema, está no lugar certo! Tire todas as suas dúvidas abaixo.

1. O que é PIX?

O PIX é um novo meio de pagamento que busca facilitar a transferência de valores entre as pessoas. Como resultado, simplifica o pagamento de contas e o recolhimento de impostos e taxas. Além de transferências para outras pessoas, permitirá o pagamento de compras em estabelecimentos que utilizem a plataforma.

2. Como teve origem?

“O PIX foi inspirado no sistema de open banking da Inglaterra. Apesar de servir de inspiração, não há muito como comparar os países porque são realidades diferentes”, explica Charles Hagler.

“Na Inglaterra, os players que operacionalizam os pagamentos instantâneos lançaram os seus próprios meios de pagamento instantâneo. Já aqui no Brasil, será o Banco Central que irá operacionalizar o sistema e obrigará os bancos a entrarem nele, como aconteceu no México, por exemplo”, completa Luiz Guilherme Coimbra.

3. Como vai funcionar o PIX?

“A plataforma é operacionalizada pelo Banco Central e está disponível no formato 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana), o que possibilita que os pagamentos sejam feitos a qualquer momento”, explica Hagler.

Coimbra ainda ressalta que as transações vão ocorrer por meio do BR Code, uma espécie de código padrão do Banco Central. Assim, será possível pagar contas ou transferir valores pelo PIX abrindo o aplicativo do banco e escaneando o código direto no smartphone, por exemplo.

“Também será possível fazer transferências de valores por meio de chaves. Assim, é só entrar no app do banco, clicar no PIX e digitar uma das chaves (CPF, telefone ou e-mail) que a transação será feita e o valor será direcionado para onde o recebedor deseja receber o valor”, completa Coimbra.

4. Quando entra em vigor?

Segundo o Banco Central, o PIX estará disponível para a população em novembro de 2020.

5. O novo meio de pagamento é seguro?

“Assim como outros meios, o PIX também tem fragilidades e pode ser um prato cheio para criminosos. O principal deles é o problema de erros em transferências, o que acontece com DOC e TED. Os riscos no PIX são os mesmos, e caso o usuário transfira para a conta errada, ele terá dificuldade para estornar o valor transferido”, explica Hagler.

Hagler ainda acredita que possam surgir novas modalidades de fraudes. Como resultado, as instituições financeiras podem ter de criar mecanismos de proteção para garantir a segurança das transações.

“Esse problema de erros em transações, a Shipay resolve, já que atuamos com um padrão de QR Code dinâmico, que muda a cada transação, o que traz mais segurança e diminui os riscos de fraudes em transações”, ressalta Coimbra.

6. E quanto a taxas?

“É cedo para dizer quais serão as taxas do PIX, já que o sistema ainda não está funcionando. A nossa expectativa é que as taxas sejam bem mais baixas do que as das operações atuais com cartões de crédito e débito. Nossa estimativa é que a taxa fique por volta de 0,5% ou um custo fixo por transação entre R$ 0,30 e R$ 0,70”, diz Hagler.

7. Qual a diferença entre o PIX e o TED? 

Para Coimbra, as principais diferenças entre o PIX e o TED são as taxas e facilidade para fazer uma transação.

“Diferente do TED, onde é preciso colocar todos os dados da conta para onde o valor será transferido, o PIX torna isso possível através do BR Code ou do uso de chaves definidas pelo usuário como CPF, e-mail ou telefone, para fazer a identificação e o envio do dinheiro”, explica Coimbra.

“Na minha opinião, TED e DOC vão morrer! Para a massa da população, o PIX será uma opção bem mais vantajosa, o que deve diminuir bruscamente os números de TEDs e DOCs realizados no médio prazo. As novas transferências financeiras devem passar a ser feitas pelo PIX, que é bem mais prático”, diz Hagler.

8. Como integrar o PIX no meu PDV/ERP?

“O Banco Central vai liberar um API, que permite a integração do PIX com os sistemas de ERP e de caixa no PDV. É possível utilizar a Shipay, solução que leva todas as carteiras digitais para dentro do sistema de caixa para integrar este meio de pagamento a qualquer estabelecimento”, explica Hagler.  

9. PIX como solução de pagamento para o varejo

Coimbra afirma que as principais vantagens do PIX para varejistas são o fato da transação ser eletrônica, o dinheiro cair na hora e as taxas serem bem menores do que as aplicadas nas vendas por cartão de crédito, por exemplo.

“Utilizando o PIX através da solução da Shipay, o varejista pode escolher qualquer carteira digital ou banco para redirecionar os seus pagamentos e não precisará utilizar plaquinha ou smartphone, colocando o sistema direto no PDV dele, o que é bem mais seguro”, completa Hagler.

10. Por que você precisa do PIX?

Os sistemas de pagamento instantâneo são uma tendência em todo o mundo. Assim, no Brasil, o PIX será um meio de pagamento bastante vantajoso tanto para empreendedores como para consumidores.

Portanto, para Hagler, o PIX deve “pegar” no Brasil. As transferências de valores acontecerão em tempo real, aumentando a velocidade e o número de pagamentos e transferências no país, além de promover uma inclusão financeira. 

br code open banking

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