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Empreendedorismo feminino no Brasil: Exemplos e importância

Equipe TOTVS | NEGÓCIOS | 02 junho, 2022

O empreendedorismo feminino é uma das principais respostas para as mudanças que acontecem em nossa sociedade, com a mulher assumindo posições que antes não ocupava.

Mas, embora o Brasil seja o sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras, segundo dados do Sebrae, os desafios ainda são inúmeros.

Jornada dupla, preconceitos e até mesmo falta de crédito e incentivo por parte de investidores faz com que, para o público feminino, o caminho do empreendedorismo seja repleto de percalços.

No entanto, existem também vários dados para se comemorar e exemplos de mulheres que são inspiração para aquelas que sonham em tirar uma ideia do papel.

Neste artigo, trouxemos um resumo da evolução do empreendedorismo feminino no Brasil, exemplos de como estimular o mercado e ideias de negócio para quem não sabe ainda quais serão seus primeiros passos para se tornar uma empreendedora. Boa leitura!

O que é empreendedorismo feminino?

Empreendedorismo feminino é todo negócio ou projeto em que as mulheres são as protagonistas, seja como idealizadoras ou na atuação em cargos de alta liderança.

Ou seja, são características do empreendedorismo feminino negócios em que as mulheres realmente tomam as decisões estratégicas para o crescimento e desenvolvimento da empresa, buscando se posicionar de maneira inovadora no mercado.

Como veremos a seguir, no Brasil e no mundo, ainda há diversos desafios que o público empreendedor feminino enfrenta para manter a competitividade.

Aqui, o número de mulheres que fazem acontecer já é bastante alto e tende a crescer nos próximos anos.

De acordo com uma pesquisa publicada pelo Sebrae e pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita com 49 nações, o número de mulheres empreendedoras no Brasil totalizava mais de 26 milhões em 2019.

Além de ser sinônimo de independência financeira, esses números também representam um aquecimento da economia e novos empregos. 

Inclusive, um dos grandes benefícios do empreendedorismo feminino é que essas mulheres geram emprego para outras mulheres, fomentando uma rede de crescimento e aprendizado coletivo.
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Quando surgiu o empreendedorismo feminino?

No Brasil, os primeiros estudos sobre empreendedorismo feminino começaram no final dos anos 1990, diferentemente dos estrangeiros, que já abordavam o assunto desde meados dos anos 1970 e 1980.

Ou seja, mesmo no cenário internacional, apesar de as mulheres sempre estarem empreendendo, trata-se de um assunto que começou a ganhar notoriedade e ser estudado com mais profundidade há pouquíssimo tempo.

Por este motivo, é preciso seguir alimentando essa ideia, pois essa é uma das melhores formas de diminuir a estigmatização de mulheres empreendedoras e ajudá-las a tirar o seu sonho do papel e pôr a mão na massa.

Desde o início dos estudos sobre o assunto, o quadro melhorou significativamente, mas isso não significa que ainda não exista um longo caminho a ser percorrido.

Uma das ações que podem nos ajudar a motivar as mulheres é o Dia do Empreendedorismo Feminino, que é celebrado em 19 de novembro, desde 2014.

Qual a importância do empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino é importante por diversos fatores. O simples fato de ter uma maior representatividade de mulheres à frente dos negócios traz benefícios positivos para a economia, para as empresas e para a sociedade como um todo.

Para se ter uma ideia, segundo estudos realizados pelo Mckinsey Global Institute, a promoção de igualdade de condições de trabalho seria capaz de promover um salto de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Ou seja, a participação das mulheres no mercado gera ainda mais crescimento econômico, qualidade e inovação para o país.

Isso porque, nessa mesma pesquisa, há ainda a indicação de que as mulheres empreendedoras passam ainda mais anos se dedicando aos estudos para aprimorar suas entregas de produtos e serviços.

Em comparação aos empreendedores do público masculino, as mulheres estudam 16% a mais, investindo, em média, 9,9 anos de suas vidas em qualificação profissional.

Do ponto de vista social, a presença de mulheres empreendedoras também contribui para reduzir diferenças de oportunidade de crescimento e desigualdades salariais.

Um panorama sobre o empreendedorismo feminino no Brasil

Existem diversos dados sobre empreendedorismo feminino no Brasil que mostram o crescimento de empresas lideradas por mulheres no país.

Segundo o Sebrae, 10,1 milhões de empreendimentos brasileiros são liderados por mulheres, sendo a porcentagem da participação feminina no mundo dos negócios de 34%.

Com a pandemia, o cenário ficou ainda mais aquecido. Por necessidade ou oportunidade, o empreendedorismo feminino teve um crescimento de 40% no período, de acordo com dados da Rede Mulher Empreendedora.

É possível analisar também outros dados interessantes para entender o papel da mulher empreendedora no cenário econômico.

Por exemplo, 44%, quase metade das mulheres empreendedoras, são também chefes de família e responsáveis pelas decisões de compras na casa.

Essas informações revelam também um dos problemas enfrentados pelas mulheres, que é a jornada múltipla, que torna ainda mais desafiadora a jornada empreendedora.

Quais os tipos de empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino é caracterizado por mulheres nas posições de liderança dentro das empresas.

No entanto, podemos subdividir esse tipo de empreendedorismo em outras categorias, como empreendedorismo social, de negócios, corporativo, verde, digital, de franquias etc.

Confira um pouco mais sobre cada tipo de empreendedorismo:

  • Social: trata-se de um tipo de negócio cujo principal produto ou serviço gera um benefício para uma determinada parcela da sociedade. Embora possa dar lucros, o principal objetivo desse empreendedorismo é, na verdade, a inclusão social, melhorias urbanas, formação profissional, atendimento à saúde e outras questões que melhorem as condições de vida da população;
  • De negócios: é o tipo mais amplo de empreendedorismo, que tem como objetivo gerar lucro ao atender a uma ou mais necessidades do mercado;
  • Corporativo: também chamado de intraempreendedorismo, nessa vertente, os colaboradores de uma empresa é que geram mudanças e inovações, ou seja, trata-se de um empreendedorismo interno;
  • Empreendedorismo verde: esse tipo de iniciativa empresarial tem como foco a preservação ambiental e a sustentabilidade. Em outras palavras, são empresas que buscam aliar o lucro à preocupação com o meio ambiente;
  • Digital: trata-se de um tipo de negócio que diz respeito a produtos e serviços possibilitados por meio digital, como lojas virtuais, provedores de conteúdo, infoprodutos ou aplicativos, por exemplo.
  • De franquia: trata-se de um modelo relativamente mais seguro de abrir uma empresa, pois os processos internos já estão definidos e, em grande parte dos casos, os produtos já são conhecidos pelo público;
  • Cooperativo: é aquele em que empreendedores individuais se aliam para trabalhar juntos, criando uma rede de apoio na qual cada profissional contribui com um serviço ou material para que todos tenham resultados melhores em seus empreendimentos.

Um olhar sobre o empreendedorismo negro feminino

De acordo com o mesmo relatório que vimos do Sebrae feito com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o empreendedorismo negro, em 2019, já mostrava uma grande representatividade. 

Das 9,6 milhões de mulheres à frente de uma empresa, 4,7 milhões eram mulheres negras. Ou seja, cerca de 47% das empreendedoras brasileiras.

Contudo, apesar de quase metade da potência financeira feminina ser de mulheres negras, ainda há uma grande desigualdade de acesso a oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Esse estudo do Sebrae revela que, durante a pandemia, foram os empreendimentos liderados por mulheres negras os que mais sofreram com a crise econômica.

Cerca de 36% tiveram de fechar as portas ou pausar os negócios, sendo em maior parte os empreendimentos de menor porte e faturamento.

Quais os desafios do empreendedorismo feminino?

Ser uma empreendedora no Brasil e no mundo já é um grande desafio por si só, dado que iniciar uma nova empresa e apostar nas suas ideias é uma atitude que requer muita coragem, dedicação e força de vontade.

No entanto, como estamos falando de uma parcela da sociedade que só teve seus direitos reconhecidos recentemente, esses desafios se tornam ainda maiores.

Por exemplo, de acordo com uma pesquisa do Sebrae de 2019, as empreendedoras pagam taxas de juros maiores em comparação a empreendedores homens, mesmo que apresentem taxas de inadimplência menores.

Os dados apontam que homens têm uma taxa de inadimplência de 4,2% e pagam, em média, 31,1% de juros ao ano, enquanto as mulheres têm de lidar com uma taxa de 34,6% de juros ao ano, mesmo que tenham uma taxa média de inadimplência de 3,7%.

Por enxergar no empreendedorismo uma chance de independência financeira, muitas mulheres começam o próprio negócio sem o capital inicial necessário.

Além disso, independente da função desempenhada dentro da empresa, as mulheres acabam assumindo vários papéis, dividindo a carreira com o tempo de dedicação aos filhos, estudos, tarefas de casa e possuindo responsabilidades além do negócio, a famosa jornada múltipla.

Como estimular o empreendedorismo feminino?

Existem diversas maneiras de estimular e apoiar o empreendedorismo feminino. Para isso, você não precisa, necessariamente, ser um investidor ou sócio.

A própria rede de apoio, amigos e clientes da empreendedora podem ajudar a impulsionar essa empresa, especialmente nos primeiros anos, que são os mais críticos para qualquer empreendedor.

Veja algumas das ações mais efetivas, e simples, para conseguir ajudar mulheres empreendedoras:

  • Compre os seus produtos e serviços;
  • Apoie o empreendedorismo feminino local na hora das compras como uma alternativa às grandes lojas e líderes de mercado;
  • Indique a empresa para seus amigos e familiares;
  • Faça comentários e sugestões positivas, estimulando com essa interação feedbacks construtivos para o crescimento do negócio;
  • Deixe avaliações no site, aplicativos e redes sociais da empresa.

Se você faz parte da rede de apoio da mulher empreendedora, existem outras formas de ajudar. Uma delas é se colocar à disposição para ajudar, seja com conteúdos, mentorias e conexões que possam auxliar a empreendedora a ter melhores relações de mercado.

No ambiente familiar, é importante que aconteça uma divisão justa das tarefas domésticas, tanto nos cuidados com a casa como também nos cuidados com os filhos, se for o caso.

7 ideias de empreendedorismo feminino

Existem mulheres à frente de empresas dos mais variados nichos de mercado, não é mesmo? 

Mas, se você está pensando em criar um negócio próprio e não sabe no que apostar, as ideias de negócio abaixo podem te ajudar a achar um caminho com bastante demanda para empreendedores mulheres. 

1. Comida saudável

Cada vez mais as pessoas vêm buscando praticidade aliada à saúde, o que faz com que a área de comida saudável esteja entre os principais negócios em alta.

Dentro deste contexto, uma loja de marmitas fitness, por exemplo, é uma ótima opção para começar a empreender.

No entanto, lembre-se de pesquisar sobre o segmento, fazer um bom planejamento financeiro e contar com a ajuda de uma nutricionista para montar um cardápio saudável e variado para sua clientela.

2. Produtos artesanais

Para as mulheres que contam com a vantagem de ter uma excelente coordenação motora fina, os produtos artesanais são uma ótima opção de empreendedorismo.

Por meio deles, é possível focar em diversos subnichos, como decoração, festas de aniversário, casamentos, formaturas etc.

Confira a seguir algumas ideias de produtos artesanais para começar a empreender:

  • Feltro;
  • Crochê;
  • Tricô;
  • Scrapbooks;
  • MDF;
  • Laços e acessórios de cabelo;
  • Pintura;
  • Reaproveitamento de materiais.

3. Roupas e acessórios

roupas e acessórios está entre as ideias para o empreendedorismo feminino

Outra ideia interessante de negócio, especialmente se você é uma mulher que gosta de moda e beleza, são lojas de roupas e acessórios.

Você pode entrar no nicho de roupas e acessórios de diversas maneiras. Confira a seguir as principais formas de abrir um negócio nesse ramo:

  • Loja virtual;
  • Loja no Instagram;
  • Brechós;
  • Grupos de WhatsApp;
  • Importação de roupas;
  • Costura de roupas artesanais;
  • Venda em loja física;
  • Venda de porta em porta;
  • Venda na loja de terceiros.

4. Consultoria de vendas

A consultoria de vendas é uma boa opção de negócio para aquelas mulheres que já possuem uma boa experiência na área de vendas.

Nesse caso, você será contratada por outras empresas para auxiliar esses negócios a construir estratégias comerciais para gerar mais produtividade e resultados.

É preciso ter um olhar crítico e analítico sobre a operação de seus clientes, solucionando gaps e reestruturando as operações do time comercial.

5. Trabalho freelancer

A profissional freelancer é aquela que trabalha sem carteira assinada, normalmente abrindo um MEI e se tornando uma microempreendedora individual.

Esse formato permite criar um CNPJ e emitir notas fiscais, permitindo que você trabalhe para vários clientes e ofereça diversos serviços.

Basicamente, quase todos os setores costumam buscar por profissionais freelancers em um momento ou outro. Contudo, hoje eles estão mais concentrados na tecnologia e comunicação.

Desenvolvedoras web, designers, jornalistas, redatoras, produtoras de conteúdo, revisoras e várias outras profissões da mesma área podem empreender com sucesso, atuando de maneira colaborativa com outros profissionais e empresas.

6. E-commerce

Já falamos superficialmente sobre e-commerces no nosso tópico sobre roupas e acessórios, mas saiba que você pode montar lojas virtuais das mais variadas vertentes.

Você pode abrir lojas virtuais de cosméticos, itens de computação, games, livros, móveis, decoração, cozinha, instrumentos musicais… As possibilidades são diversas.

E o melhor, o e-commerce é uma ferramenta que pode ser utilizada tanto por quem já tem uma loja física quanto por quem nem deseja abrir um estabelecimento.

Em todo caso, é importante que você estude o mercado em que está querendo se inserir, consiga bons fornecedores e faça um bom planejamento financeiro.

7. Bem-estar, beleza e estética

Outra ideia de empreendimento são negócios voltados para beleza, estética e bem-estar.

Você pode, por exemplo, abrir um salão de beleza, um estúdio de design de sobrancelhas e unhas ou, então, fazer a revenda de produtos de marcas famosas.

Se você não tem conhecimento na área e ainda quer entrar, busque por cursos profissionalizantes e invista na sua carreira. 

Dicas de empreendedorismo feminino para você ter sucesso

Antes de conhecermos alguns dos maiores exemplos de empreendedoras, separamos algumas dicas para você que deseja ter ainda mais sucesso no seu negócio.

  • Identifique seu talento, elencando seus pontos fortes e fracos;
  • Defina uma área de trabalho com a qual você se identifique, não se guiando apenas por modismos ou exemplos de outras pessoas;
  • Identifique seu propósito e quais são seus objetivos como empreendedora;
  • Busque pensar de que forma seu produto ou serviço vai se diferenciar dos outros e quais vantagens proporcionará para os clientes;
  • Busque capacitação;
  • Conheça, com profundidade, o seu nicho de mercado;
  • Saiba organizar seu tempo;
  • Invista em um bom planejamento estratégico;
  • Conte com uma rede de apoio;
  • Busque reunir todos os recursos necessários que for possível para começar, mas não tenha medo de arriscar;
  • Invista em ferramentas que vão ajudar o seu negócio a otimizar tempo e dinheiro;
  • Invista em marketing pessoal;
  • Busque por grupos e organizações de empreendedoras mulheres. Afinal, o empreendedorismo não precisa ser um caminho solitário;
  • Procure por investimentos no lugar certo, como aceleradoras que investem em empreendedoras mulheres.

Exemplos de empreendedorismo feminino

Não faltam exemplos de mulheres brasileiras que se destacam por serem reconhecidas como grandes empreendedoras e líderes, inovando dentro de seus mercados. 

Como seria impossível listar todas, separamos alguns nomes para te apresentar!

Luiza Helena Trajano

Luiza Helena Trajano é um dos nomes mais fortes do empreendedorismo feminino no Brasil.

Reconhecida pela Forbes como uma das mulheres mais influentes do país, ela, hoje, lidera o grande sucesso de vendas e marketing que é o marketplace Magalu.

Além de se destacar como mulher empreendedora, também é reconhecida pelo investimento em diversidade e inclusão.

Ana Fontes

Ana Fontes é fundadora da Rede Mulher Empreendedora e também já foi eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil pela revista Forbes.

Com sua iniciativa de ajudar mulheres interessadas em empreender, Ana Fontes já ajudou a capacitar mais de 500 mil mulheres ao redor do país de forma gratuita.

Adriana Barbosa

Fundadora do festival de cultura negra Feira Preta, Adriana Barbosa é um dos destaques do empreendedorismo feminino. 

Em 2002, ela começou o seu projeto com um orçamento de 3 mil reais de patrocínio e, com seu sucesso, conseguiu multiplicar esse valor para R$1,5 milhão, tornando a feira o maior evento de afroempreendedorismo da América Latina.

Rachel Maia

Conhecida por ser a primeira mulher negra a se tornar CEO em uma multinacional no Brasil, Rachel Maia também é um dos nomes que representam as grandes empreendedoras brasileiras.

Hoje, ela ajuda outras mulheres e empresas com a sua própria empresa de consultoria de negócios, sendo uma das companhias que está entre as que receberam o selo Great Place to Work, pela proposta de uma gestão mais humanizada.

Mulheres no empreendedorismo: Dúvidas frequentes

Quais são os melhores livros sobre empreendedorismo feminino?

Existem diversas leituras para quem deseja entender mais sobre empreendedorismo feminino. Separamos 5 para você começar a se aventurar:

  1. Preta potência, de Adriana Barbosa;
  2. Empreendedorismo Feminino: Olhar Estratégico sem Romantismo, de Monique Evelle;
  3. Beleza Natural, de Liana Melo; 
  4. Faça acontecer. Mulheres, Trabalho e a Vontade de Liderar, de Sheryl Sandberg; 
  5. Girl Boss, de Sophia Amoruso. 

Existe algum curso de empreendedorismo feminino?

Sim, inclusive, existem diversas iniciativas gratuitas que são realizadas com o apoio do Sebrae, como o projeto Sebrae Delas, que divulga diversos cursos e conteúdos gratuitos para formação e especialização de mulheres que desejam abrir seu próprio negócio.

Qual o melhor filme sobre empreendedorismo feminino?

Existem diversos títulos que abordam o tema. Veja algumas das melhores opções de filmes ou séries para assistir:

  • Coco antes de Chanel; 
  • Joy – nome do sucesso; 
  • Estrelas Além do Tempo;
  • Self-made: A Vida e a História De Madam C.J. Walker;
  • Girl Boss.

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A ferramenta Eleve Vendas faz parte do portfólio de produtos TOTVS, a maior empresa de tecnologia do Brasil, e foi desenvolvida para ajudar todas as empreendedoras, de pequeno, médio ou grande porte, que precisam de uma solução para facilitar ainda mais o processo de vendas.

São diversas funcionalidades que vão ajudar a otimizar a rotina da sua empresa, para que sobre ainda mais tempo para pensar em estratégias de crescimento.

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Conclusão

O empreendedorismo feminino é um tema extenso, não é? Existem diversos pontos de vista e perspectivas importantes sobre o tema que precisamos discutir, como os desafios e preconceitos que as mulheres empreendedoras ainda sofrem.

Felizmente, também existem vários motivos para comemorar, como as estatísticas de um mercado mais diverso e representativo, com mulheres em posições de liderança contribuindo para o desenvolvimento econômico do país.

Se você também deseja ser uma empreendedora ou tem interesse em ajudar outras mulheres a se desenvolverem, a nossa dica é investir em capacitação, encontrar grupos de empreendedoras e busca por alternativas tecnológicas que vão ajudar a otimizar o dia a dia!

Para mais dicas de como empreender e gestão financeira, continue acompanhando nosso blog!

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