Veja os principais benefícios encontrados na NFC-e

Equipe TOTVS | FINANCEIRO | 23 junho, 2020

Tanto para empresa como consumidores, atualmente há diversas maneiras de atestar uma compra ou venda. Esses mecanismos podem ser manuais ou eletrônicos. Um modelo que vem ganhando bastante espaço é a NFC-e, um documento emitido nas operações comerciais de varejo para substituir as notas de papel.

Esse projeto visa trazer uma alternativa totalmente eletrônica para os documentos fiscais, a fim de reduzir custos das obrigações que afetam os contribuintes. Sua implementação ainda não é obrigatória em todos os estados, mas, certamente, esse documento será o futuro em todas as empresas.

Pensando nisso, preparamos este post para que você conheça as suas principais vantagens. Confira agora!

O objetivo da NFC-e

O objetivo da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) é informatizar a emissão do cupom fiscal, realizando a comunicação com a Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) para cada venda. Isso permite que ocorra o registro online de uma venda, que pode ser consultada pelo cliente.

O principal motivo para existir essa nota é fazer a migração da Emissor de Cupom Fiscal (ECF) para a área virtual. Isso promove maior automatização dos processos de emissão de notas e, por conseguinte, amplia o controle do fisco em relação aos estabelecimentos comerciais. Saiba mais das diferenças neste outro artigo.

Os mecanismos que fazem parte do cotidiano fiscal de um negócio tendem a migrar para o ambiente digital. Isso acaba otimizando a gestão empresarial, já que facilita a transferência de dados entre empresas, consumidores e o Estado em tempo real.

Compreender o que é NFC-e é extremamente importante para o setor varejista, pois mesmo sendo apenas um documento digital, no momento da concretização da venda, será impresso um documento para entregar ao cliente, o DANFE-NFC-e.

A funcionalidade do DANFE-NFC-e

O Documento Auxiliar da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (DANFE) é um comprovante que retrata de modo resumido os dados que estão incorporados na NFC-e. Além do mais, o DANFE também apresenta a chave de acesso e o QR Code para que o consumidor tenha acesso à nota fiscal por meio do seu smartphone, por exemplo.

Para imprimir o DANFE-NFC-e, não é preciso ter disponível uma impressora fiscal (ECF), já que ele pode ser acessado utilizando um equipamento comum, como a impressora térmica ou a laser.

Um dos objetivos do DANFE-NFC-e é acompanhar um produto em transporte, pois o QR Code permite realizar consultas rápidas e automáticas. Qualquer dúvida em relação à nota fiscal do consumidor também pode ser sanada pelo Manual de Especificações Técnicas presentes no DANFE.

Vantagens para ambos os lados

Esse documento apresenta diversas vantagens, tanto para as empresas quanto para os consumidores. Confira agora alguma delas.

Para empresários

Diminuição de custos

Com a implantação da NFC-e, alguns gastos operacionais reduzirão ou serão eliminados. O mais provável será a dispensa em adquirir impressoras fiscais que emitem essas notas.

Com a sua utilização, o empreendedor precisa adquirir uma certificação eletrônica e um sistema de gestão para emissão e impressão da nota fiscal ao consumidor. Outra questão importante é que essa certificação pode ser usada por filiais caso a empresa tiver.

Além disso, com o processo de certificado online, haverá redução de custos com a emissão de papéis e tintas de impressora ou toner, visto que a quantidade de impressão diminuirá.

Mobilidade e agilidade

Por se tratar de um documento digital, a NFC-e pode ser acessada por meio de um notebook ou smartphone de qualquer lugar e a qualquer momento, sendo necessário apenas ter uma conexão com a Internet.

Como grande parte das operações são realizadas online, não há necessidade de homologação de software de Fisco ou autorização para utilização de equipamentos.

Inovação e segurança

Com o sistema de NFC-e, o gestor pode realizar a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais, além de usar equipamentos de mobilidade, dois itens fundamentais para os novos padrões de consumo.

A comunicação entre a empresa, o contador e a Secretaria de Fazenda também é simplificada, uma vez que todos os documentos emitidos podem ser deslocados para a nuvem e acessados de qualquer dispositivo.

Para consumidores

Combate à sonegação fiscal

De acordo com um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) feito em 2019, aponta que 27% das grandes empresas no país cometem crime de sonegação de impostos. 49% das médias e 65% das pequenas empresas também praticam essa infração.

O dinheiro sonegado deveria ser direcionado aos serviços básicos prestados pelo governo. Dessa forma, fazer o uso da NFC-e proporciona maior controle por parte dos órgãos fiscalizadores, já que o acesso aos números e documentos se torna mais fácil.

Integração de tecnologias

Por ser uma documentado como nota eletrônica, a NFC-e pode ser acessada por qualquer plataforma conectada à Internet. Existe a possibilidade de receber o documento pelo correio eletrônico e consultá-lo via QR Code.

Eliminação de papel

A NFC-e também elimina a necessidade do uso constante de papel. Como os documentos são eletrônicos, eles não serão perdidos facilmente, nem terão os seus conteúdos apagados ao longo do tempo.

Emissão da NFC-e

Antes de analisar o que deve ser feito para emissão da nota ao consumidor, é interessante apontar que esse é um documento totalmente eletrônico. Ele só se materializa virtualmente, quando o assunto são fins tributários.

O modelo em papel da nota, que acompanha a venda de produtos ou a prestação de serviços, nada mais é do que o seu espelho, com resumo de dados, e não a nota na sua integridade. Ou seja, estamos falando do DANFE.

Dessa forma, veja quais são os requisitos para emitir a NFC-e:

  • Computador;
  • Conexão com a Internet;
  • Impressoras não fiscais (como a laser ou térmica);
  • Inscrição Estadual (IE);
  • Credenciamento na SEFAZ e a devida permissão disponibilizada pelo órgão fazendário;
  • Certificado Digital de Pessoa Jurídica com o número do CNPJ da empresa;
  • Código de Segurança do Contribuinte consentido pela SEFAZ na realização do credenciamento,
  • Programa emissor de NFC-e.

Enfim, a maioria dos estados brasileiros já optou por esse modelo que apresenta vários benefícios. Contudo, alguns desafios são encontrados pelo caminho, uma vez que alguns deles ainda adotam mecanismos de emissão física. Assim, utilizar a NFC-e é o melhor que as empresas devem fazer, a fim de evitar qualquer problema com as suas notas fiscais.

Eleve o conhecimento

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