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Formas de pagamento: Conheça as principais e ofereça em sua loja

Equipe TOTVS | FINANCEIRO | 05 julho, 2021

Se você possui uma empresa e, portanto, trabalha com a venda de produtos e/ou serviços no dia a dia, sabe que os clientes têm preferências diversas na hora de realizar um pagamento.

Alguns privilegiam o uso do cartão de crédito, outros optam por utilizar dinheiro em espécie e, atualmente, há até os que desejem pagar pelo celular. Diante disso, oferecer variedade de formas de pagamento é uma maneira de aumentar o diferencial competitivo do seu negócio.

Aliás, o IX Relatório de Tendências de Meios de Pagamento da Minsait, que traz anualmente informações sobre a evolução dos meios de pagamento em 11 países da Europa e da América Latina, indicou que os brasileiros triplicaram o uso de pagamentos via dispositivos móveis nos últimos anos, passando de 8%, em 2018, para 21%, em 2019. 

O uso de cartões de crédito também aumentou no país neste mesmo período. Em 2018, 47% da população bancarizada apontava este como o principal meio de pagamento, percentual que subiu para 52% no ano seguinte.

Por outro lado, houve queda no uso do dinheiro físico: em 2018, era considerado a principal forma de pagamento pelas pessoas, percentual que caiu para 25% em 2019.

O ponto é que, ao antecipar as necessidades do seu público, você oferece mais conveniência e destaca a sua empresa frente aos concorrentes.

Neste post, indicamos os meios mais utilizados no mercado para o recebimento de pagamentos. Continue a leitura e veja como fazer as melhores escolhas para atrair clientes e vender mais.

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Formas de pagamento para lojas físicas

Muitos comerciantes ainda têm ressalvas de investir em variadas formas de pagamento, seja por questões de custos, falta de conhecimento ou preocupação em deixar todos os valores aparecerem na conta da empresa.

O problema é que o cliente busca bom atendimento e facilidade na hora de pagar pelos produtos que escolhe, e isso envolve a oferta de diferentes opções como cartão, boleto ou outras ferramentas.

Conheça as principais formas de pagamento para lojas físicas!

Dinheiro em espécie

Em cidades de médio e pequeno porte, ainda é muito comum o uso do recurso em espécie para pagar as compras.

Isso está associado à segurança das regiões (que não impede as pessoas de andarem com dinheiro “vivo”) e à dificuldade de algumas pessoas em controlar os seus recursos por ferramentas digitais, como os aplicativos.

Esse método traz benefício para o comerciante, que consegue ter liquidez e pode economizar com as taxas cobradas nas transações pelas operadoras dos cartões.

Todavia, acumular muito dinheiro em caixa também pode oferecer riscos de assaltos e gerar um descontrole no fluxo de entrada e saída de produtos.

Cartão de crédito e débito

Aceitar cartões de crédito e débito como forma de pagamento é uma maneira de facilitar as compras dos consumidores.

Há pessoas que usam esse recurso para gerar pontuação e trocá-la por benefícios, assim como outras acreditam que é mais fácil controlar o dinheiro dessa forma.

Independentemente do motivo de cada um, o estabelecimento comercial precisa disponibilizar essa forma de pagamento para oferecer segurança, praticidade e agilidade ao cliente.

Essa também é uma maneira de evitar compras no crediário ou no estilo “fiado”, em que o consumidor deixa para pagar em outro momento e o comerciante não tem segurança de que receberá.

O recurso também facilita o controle do fluxo de caixa e evita o acúmulo de dinheiro em espécie na loja.

Porém, o empresário precisa avaliar os prazos de recebimento dos recursos (que podem ser de dois dias para o débito e um mês para o crédito), além das taxas de transação, que geralmente variam entre 1% e 5% da venda.

Pagamentos pelo celular

O pagamento via smartphones é possível de diferentes formas e está se tornando cada vez mais popular.

Um de seus principais propulsores hoje é o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) que torna possível enviar e receber dinheiro em tempo real.

Ou seja, os pagamentos feitos pelos clientes vão diretamente para a sua conta, sem intermediários. O sistema funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Outra forma de utilizar celulares e outros dispositivos móveis para pagamentos incluem as transações realizadas dentro de aplicativos (como iFood e Uber Eats), além de pagamentos por aproximação (a partir de carteira digital) e QR Code.

Vales

Muitas corporações oferecem vale-refeição para os funcionários ou vale-cultura. O primeiro pode ser usado para alimentação em restaurantes, padarias e lanchonetes, enquanto o segundo para a compra de livros, dvds e outros materiais.

Sendo assim, essas também são formas de pagamento que podem ser aceitas pelo estabelecimento comercial.

O recomendado é verificar junto à fornecedora da maquininha quais são as bandeiras atendidas.

Formas de pagamento para lojas virtuais

Os e-commerces precisam cuidar ainda mais das formas de pagamento disponibilizadas ao cliente.

Afinal, caso encontre dificuldade para efetuar a compra, ele poderá procurar outro site em questão de minutos. Logo, é recomendável oferecer não só o pagamento via cartão de crédito, citado anteriormente, mas também as possibilidades a seguir.

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Boleto

Essa é uma forma de pagamento muito comum em lojas virtuais. Ela se torna prática para os clientes, pois podem escolher a instituição bancária preferida para quitar o débito via boleto.

A loja também é beneficiada com a redução de custos desse meio de pagamento. Com isso, consegue oferecer descontos para a quitação à vista ou antes do prazo de vencimento, já que isso agiliza a entrada de recursos em seu caixa.

Intermediadores de pagamento

O comércio eletrônico consegue oferecer mais formas de pagamento aos consumidores.

Os intermediadores são plataformas que contam com sistemas de segurança para proteger os dados do usuário e, em troca, cobram taxas nas transações realizadas.

Uma desvantagem é que o cliente é encaminhado para um site externo para finalizar a compra. Contudo, trata-se de um modelo utilizado por pequenas empresas por proporcionar uma boa relação de custo-benefício.

Gateway

Esse é um sistema de integração para fazer o envio de informações aos bancos ou operadoras de cartão.

A ferramenta permite que a empresa verifique os dados do usuário quando ele efetua a compra no e-commerce. Dessa forma, o comprador permanece no site sem ser redirecionado para outra página.

Nessa forma de pagamento, o comerciante recebe os valores de acordo com o método escolhido pelo cliente. Se ele parcelou em cinco vezes, a loja levará 5 meses para obter os valores.

Cuidados no fluxo de caixa

Depois de escolher as formas de pagamento disponibilizadas aos clientes, o lojista precisa ficar atento a algumas situações para controlar bem a entrada de recursos e manter o fluxo de caixa em dia.

Segurança

Uma loja virtual deve se preocupar com a segurança dos dados dos clientes, caso contrário, poderá ter prejuízos em sua imagem e credibilidade.

Em geral, o e-commerce utiliza um certificado SSL no endereço virtual, pois ele faz a criptografia dos dados transmitidos no site. Esse é aquele cadeado verde que aparece próximo ao nome da página.

Por outro lado, quem tem loja física precisa prestar atenção aos riscos de furtos e assaltos, uma vez que dinheiro chama atenção de pessoas mal intencionadas.

Finalização da compra

O empresário que tem uma loja virtual precisa ficar atento ao processo de finalização de compra disponibilizado ao usuário.

Quanto menos burocracia e informações exigir, mais fácil será o consumidor terminar essa etapa.

O procedimento precisa ser ágil para evitar que o cliente desista do produto. Mostre também que o site é seguro para o consumidor não ter receio de compartilhar informações pessoais com a empresa.

No caso das lojas físicas, é indicado utilizar um sistema de gestão eficiente para dar rapidez aos atendimentos no caixa e evitar a formação de filas.

Capital de giro

O lojista precisa acompanhar de perto as contas do estabelecimento, as entradas de recursos e o giro de estoque. Tudo isso influencia em sua capacidade de atender bem ao cliente.

Também é fundamental compreender que, ao oferecer opções de parcelamento, por exemplo, deixará de ter recebíveis em um curto espaço de tempo.

Portanto, isso demanda mais atenção na hora de controlar o caixa. Caso necessite resgatar alguns valores antes da hora, a operadora de cartão de crédito poderá cobrar taxas extras do lojista e isso afetará a rentabilidade.

Controlar as entradas e saídas de dinheiro é a melhor maneira de evitar problemas financeiros.

Uma forma de evitar contratempos é utilizar uma solução integrada de gestão e frente de caixa (PDV).

Assim, é possível ter um controle total do que ocorre na loja, como nível de estoque, vendas do dia e valor que entrou na conta.

Enfim, uma loja deve disponibilizar diferentes formas de pagamento aos seus clientes para facilitar o aumento das vendas.

Eleve Vendas 

Tudo que você procura em um sistema de frente de caixa (PDV), você encontra no Eleve Vendas.

Trata-se de um sistema que resolve todas as suas necessidades imediatas e mesmo futuras, evitando a perda de tempo.

Com o Eleve Vendas, seu varejo cresce conforme precisa, já que você pode ajustar o sistema de acordo com o que sua loja mais precisa.

Assim, você tem em mãos uma solução que integra a frente de caixa com o estoque, com o financeiro e com o setor de compras.

Com uma interface intuitiva, com poucos cliques você acessa dados, emite relatórios e bate um papo com o nosso suporte técnico.

(Isso mesmo: você pode acionar o suporte diretamente do Eleve Vendas, via chat online).

Outro ponto importante é que a solução está disponível para vários dispositivos (computadores, notebooks e tablets).

O Eleve Vendas armazena todas as informações do seu negócio na nuvem, protegendo sua integridade e garantindo acesso de qualquer lugar.

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