balanco patrimonial

Balanço patrimonial completo: Confira o guia que preparamos

Equipe TOTVS | FINANCEIRO | 13 julho, 2021

O balanço patrimonial (BP) é um dos documentos contábeis mais importantes para uma empresa, sendo uma demonstração financeira exigida, em alguns casos, por lei. Por meio de um balanço patrimonial completo, é possível aferir o Patrimônio Líquido (PL) de uma organização, bem como os seus ativos e passivos.

A sua montagem e análise facilita o planejamento financeiro de um negócio, uma vez que ele estrutura ganhos, dívidas, bens, entre outros dados de forma organizada.

Esse instrumento também é essencial para o governo, pois permite a ele verificar a posição financeira de uma companhia em determinado momento. Portanto, serve como um mecanismo a mais para evitar fraudes fiscais e, inclusive, casos de corrupção ou situações que podem afetar o mercado.

Quer saber mais sobre a importância dessa demonstração financeira e sobre como ela é constituída? Continue lendo e veja um guia simples que elaboramos sobre esse tema e que, por sinal, pode auxiliá-lo a montar um BP!

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O que é um balanço patrimonial (BP)?

O balanço patrimonial é uma demonstração contábil que indica, de forma qualitativa e quantitativa, em um período determinado, a posição patrimonial e financeira de uma empresa. Em outras palavras, ele aponta quais são os itens existentes no patrimônio da organização, além da quantidade de cada um deles.

Para tanto, os estrutura em grupos conforme as categorias a que pertencem, de maneira a simplificar o conhecimento e a análise da condição econômica do negócio. De acordo com o § 1º do artigo 176, da Lei 6.404, de 15 de Dezembro de 1976, as demonstrações de cada exercício precisam ser publicadas com referências aos montantes respectivos às demonstrações do exercício antecedente. Vale destacar que essa lei rege sociedades por ações.

Tal exigência ocorre para que seja possível comparar os resultados de anos diferentes e sequenciais, de modo a entender se houve progressão, estagnação ou regressão nos diferentes itens que compõem um documento do tipo. Consequentemente, dá para saber se a estrutura organizacional sofreu mutações ao longo do tempo, isto é, quais foram os seus resultados.

Outro ponto importante sobre o BP, é que suas contas devem ficar em equilíbrio, daí o termo “balanço”. Isso porque tanto bens e direitos são equilibrados com obrigações e participações de acionistas (bens + direitos = obrigações).

Dessa forma, ele transparece igualdade patrimonial entre ativos, passivos e patrimônio líquido (ativo = passivo + PL). O mesmo vale para aplicações e suas origens (aplicações = origens). Caso não haja essas correlações, existem erros em sua constituição, o que poderá despertar a atenção de entidades fiscalizadoras para possíveis problemas contábeis.

Para que serve um BP?

Como apontado, o balanço patrimonial é usado para checar a transformação do patrimônio de uma empresa ao longo de um período contábil, normalmente de um ano. Portanto, o BP indica direitos, obrigações e bens de uma organização. Graças aos seus dados, é possível verificar, por exemplo, aplicações e suas fontes de recursos.

Quando utilizado em conjunto com a Demonstração de Resultado do Exercício (DRE), o entendimento sobre os resultados e o funcionamento de um negócio é potencializado. Devido a esses motivos, o BP é uma importante fonte de informações para processos como:

  • planejamento empresarial;
  • estruturação de recursos;
  • realização de ações financeiras a fim de potencializar resultados do BP;
  • alocação de investimentos;
  • tentativas de obtenção de empréstimos e financiamentos — muitas instituições financeiras avaliam o balanço patrimonial em suas análises de crédito para julgarem a situação econômica de uma empresa. Dessa forma, calculam riscos, obtêm indicadores de desempenho, observam o histórico de mutação dos valores etc.

O BP organiza e classifica dados financeiros em blocos para o empresário e demais gestores enxergarem a condição econômica não só da organização, mas também das atividades que a compõem, em determinado período.

Por conta disso, é possível entender se o negócio está em dificuldades financeiras, se está gerando resultados positivos, se conta com uma boa reserva de lucros etc. De modo resumido, podemos dizer que o BP permite:

  • checar a evolução histórica econômica do negócio, principalmente se utilizar mais de um BP para montar uma avaliação mais completa;
  • conseguir uma posição patrimonial da empresa, de modo a entender exatamente quais são os seus direitos e bens, bem como as suas obrigações, em certo intervalo de tempo;
  • realizar o planejamento tributário da organização com maior embasamento;
  • compreender quais fontes de recursos são as mais importantes da empresa, especialmente para a efetivação de investimentos;
  • conceder lastro ao pagamento de dividendos a sócios/acionistas da organização;
  • verificar impostos a recuperar;
  • checar obrigações sociais e trabalhistas da empresa;
  • entender as suas provisões;
  • compreender o seu volume financeiro imobilizado em estoque, em maquinários e imóveis da empresa, de forma ampla;
  • enviar informações valiosas para parceiros da empresa avaliarem a sua solidez econômica de modo a ampliar ou fechar negócios. O mesmo vale para stakeholders;
  • observar os prejuízos ou lucros acumulados e as reservas de lucros;
  • fortalecer a sua contabilidade gerencial com informações mais precisas e abrangentes provenientes das contas categorizadas;
  • analisar variações no capital social do negócio, entre outras coisas.

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Quais elementos compõem o balanço patrimonial?

O balanço patrimonial é composto principalmente por três grandes contas, dispostas em duas colunas. Essas contas podem ser subdivididas em categorias menores. São elas:

  • Ativo: fica do lado esquerdo;
  • Passivo: fica no canto direito superior;
  • Patrimônio Líquido: está localizado no canto inferior direito.

Veja melhor sobre cada conta adiante.

Ativo

Na coluna dos ativos são dispostos, de maneira discriminada, os direitos, as aplicações e os bens controlados pela empresa. Nesse caso, cada elemento é especificado de maneira qualitativa, com a indicação respectiva de seu valor monetário ao lado (aspecto quantitativo).

Ativo Circulante

O primeiro grupo do Ativo é o Ativo Circulante. Ele compreende recursos e bens aplicados pela organização, os quais podem ser convertidos rapidamente em dinheiro em um intervalo curto de tempo. Alguns elementos que o compõem são os estoques, as contas a receber e as disponibilidades do negócio.

Ativo Não Circulante

O segundo conjunto corresponde ao Ativo Não Circulante, isto é, a recursos de permanência duradoura voltados ao funcionamento normal da organização (sociedade e seu empreendimento). Também envolve os direitos exercidos para essa finalidade. Esse conjunto é composto por subgrupos. Adiante separamos os principais.

Ativo Realizável a Longo Prazo

O Ativo Realizável a Longo Prazo é um deles. Ele corresponde a qualquer grupo de bens e direitos que se realizarão em um período superior a um ano contábil.

Em outras palavras, aqueles cuja realização certa ou provável (conversão em dinheiro) ocorra depois do término do exercício seguinte. Isso, geralmente, quer dizer a realização em um prazo acima de um ano a partir do próprio balanço. Impostos a recuperar e contratos de mútuo valor são dois exemplos.

Também entram nesse conjunto contas de direitos que não têm prazo de vencimento, ou seja, quando não se especificam prazos de vencimento de direitos. Nesse caso, entende-se como sendo de longo prazo.

Investimentos

Os investimentos também entram nesse grupo. Basicamente, envolvem recursos aplicados em participações em outras sociedades. Também englobam direitos, de qualquer espécie, que não são destinados à conservação, ou à manutenção, da atividade do negócio.

Vale destacar que, nesse grupo, devem ser classificadas as participações societárias permanentes, assim compreendidas as importâncias empregadas na compra de ações e outros títulos de participação societária. Isso havendo a intenção de mantê-las em caráter permanente, tanto para conseguir controle societário quanto por interesses econômicos, como ter uma fonte de renda.

Para entender os investimentos, a conceituação básica é que correspondem a bens que não são usados nas operações rotineiras da organização, como aplicações em ações, em obras de arte, em imóveis destinados ao arrendamento etc.

Imobilizado ou ativo fixo

Esse grupo corresponde aos bens e direitos voltados às atividades da organização, sendo caracterizados por se manifestarem de modo tangível. Por exemplo, equipamentos e maquinários, terrenos, edificações, entre outros. Também entram itens menores, como móveis e utensílios e, inclusive, coisas inacabadas. No caso, obras em andamento para uso próprio.

Intangível

Esses bens não têm existência física. Nesse caso, itens como marcas e patentes, softwares e direitos autorais adquiridos são bons exemplos. Também podemos incluir direitos de exploração de serviços públicos por meio de concessão/permissão do governo.

Passivo

O passivo corresponde às obrigações presentes da entidade, oriundas de eventos que já aconteceram. Para a sua liquidação, é esperado que saiam recursos que, por sua vez, sejam capazes de proporcionarem benefícios econômicos.

De outro modo, o passivo engloba origens de recursos representados por obrigações com terceiros. Essas obrigações são resultados de ações ocorridas que necessitarão de ativos para serem liquidadas.

O passivo também é subdividido em grupos menores. Confira adiante quais são os principais.

Passivo Circulante

Esse conjunto compreende as obrigações que a empresa necessita quitar no ano contábil. Por exemplo:

  • contas com fornecedores;
  • salários de colaboradores;
  • impostos e outros tributos;
  • aquisições de insumos;
  • empréstimos bancários com vencimento nos 360 dias subsequentes etc.

Passivo Não Circulante

Nesse grupo, são incluídas obrigações da entidade, incluindo financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante. Isso caso vençam depois do exercício seguinte, isto é, após o exercício social atual da empresa. Alguns exemplos dessa conta são financiamentos a longo prazo, debêntures a pagar (que tenham vencimento após 12 meses) e provisão para processos judiciais.

Patrimônio Líquido

O Patrimônio Líquido corresponde ao valor que os proprietários da empresa têm aplicado nela. Portanto, inclui capital social e reservas de capital. Também engloba lucros ou prejuízos acumulados, reservas de lucros e reservas de reavaliação. Dependendo da empresa, podem aparecer outros itens, como participação de acionistas não controladores. Ainda é preciso mencionar que contas do PL têm saldos credores.

Vale destacar que, no balanço patrimonial, a diferença entre o montante dos ativos e o valor dos passivos significa o Patrimônio Líquido. Esse, por sua vez, é o valor contábil devido pela Empresa, ou Pessoa Jurídica (PJ), aos acionistas ou sócios, tendo por base o Princípio da Entidade.

Esse princípio reconhece o patrimônio como objeto da contabilidade. Também reforça a autonomia patrimonial, ou seja, a necessidade de diferenciar um patrimônio particular no grande contingente de patrimônios existentes. Isso independentemente de pertencer a um indivíduo ou a um conjunto de pessoas, a uma instituição de qualquer finalidade/natureza (com ou sem fins lucrativos) ou a uma sociedade.

Em decorrência, com base nessa acepção, o patrimônio de uma empresa, sociedade ou instituição não se confunde com o de seus proprietários, acionistas ou sócios.

O balanço patrimonial é obrigatório?

O balanço patrimonial completo é uma exigência para organizações de todos os portes, havendo exceção apenas para quem tem registro de Microempreendedor Individual (MEI). Sendo assim, é vital manter os lançamentos contábeis atualizados. Dessa forma, quando for necessário montar o BP, isso poderá ser feito mais facilmente e com dados mais precisos.

Existem processos que requerem esse instrumento. Um exemplo envolve empresas que desejam participar de licitações públicas, pois precisam apresentar os seus balanços patrimoniais. Esse instrumento serve como documento para qualificação econômico-financeira para esse tipo de processo, conforme o Inciso I, do Artigo 31, da Lei Nº 8.666, de 21 de Junho de 1993.

Outro instrumento legal que regula a necessidade de ter um BP é a Resolução 1.418, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), de 2012. Ela aprova a Interpretação Técnica Geral (ITG) 1000 — Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte que, por sua vez, indica a elaboração do balanço patrimonial ao final de cada exercício social. Isso pode ser visto em seu 15° ponto, na seção que versa sobre “demonstrações contábeis”.

A Lei 11.101/2005 também aponta a necessidade de apresentação de balanço patrimonial completo para petição inicial de recuperação judicial. No caso, ele é uma das demonstrações contábeis necessárias para esse processo.

Também vale destacar que é preciso apresentar os BPs dos últimos 3 últimos exercícios sociais, levantados especialmente para instruir a solicitação. Inclusive, confeccionados em estrita observação da legislação societária aplicável. Isso significa que a falta desse documento pode impossibilitar o pedido de recuperação judicial da empresa, complicando a sua situação.

Qual é a importância de um balanço patrimonial completo para a empresa?

Como visto, esse instrumento permite que gestores, parceiros e até o governo avaliem a situação do patrimônio de uma empresa. Além disso, a organização poderá ser impedida de participar de licitações públicas caso não tenha um BP, conforme indicado acima. Também existem outros motivos para constituir um BP durante ou ao fim de cada exercício social. Veja alguns:

  • saber quais são as obrigações que se tem com fornecedores e outros agentes, isto é, contas a pagar dentro do período contábil (passivo circulante) ou nos subsequentes (passivo não circulante);
  • conseguir utilizar o BP para se defender em ações judiciais tributárias, pois esse demonstrativo financeiro pode servir de prova importante nessas situações;
  • descobrir quais são as posses de sócios que desejarem sair da empresa;
  • ter um instrumento visual que permita analisar mais simplificadamente a situação do patrimônio da empresa, pois o BP é, de certo modo, a representação gráfica do patrimônio;
  • atender à legislação nos processos em que é exigida a construção e a apresentação do BP;
  • avaliar o desempenho da empresa considerando a competência e as entradas e saídas de recursos, o que apenas o fluxo de caixa nem sempre possibilita. Afinal, esse instrumento costuma ser usado para períodos de tempo menores, já o BP geralmente compreende um ano contábil.

Vale destacar que a construção do BP é uma prática contábil positiva para a empresa não só conseguir os benefícios acima, como para evitar problemas na hora de participar de processos que exigem esse instrumento. Por exemplo, os já mencionados pedidos de recuperação judicial, licitação pública, análise de crédito em instituições bancárias etc.

Além disso, após montar o seu BP, lembre-se de verificar BPs de outras empresas do seu segmento, para comparar com os resultados do seu negócio. Graças a isso, conseguirá analisar se a sua empresa tem mais ou menos obrigações em relação a concorrentes, bem como se conta com um volume maior ou menor de recursos em forma de ativos.

Como preparar o balanço patrimonial?

Para começar, é preciso manter um registro constante de todas as entradas e saídas de valores do negócio. Isso significa monitorar e anotar cada venda, aquisição, investimento etc. que é feito pela empresa. Também é preciso delimitar o tempo em que isso será feito, normalmente um ano contábil.

Os dados monetários levantados precisam vir acompanhados de especificações que referenciem os eventos que os originaram, para que seja possível categorizá-los nos grupos e subgrupos que compõem um balanço patrimonial completo.

Nesse caso, existem algumas dicas importantes que podem evitar problemas na hora de constituir o seu BP. Por exemplo, evitar misturar finanças pessoais com as contas da empresa, pois poderá gerar confusões na hora de equilibrar os ativos e com os passivos do negócio. Adiante, confira outras dicas valiosas que podem ajudar a não só montar um BP, como também a otimizá-lo.

Incluir os dados da empresa

É importante prestar atenção às informações de referência e identificação da empresa que precisam constar em seu balanço patrimonial. Por exemplo, o nome completo da empresa, o título da demonstração, a data de encerramento do BP ou do período ao qual o demonstrativo se refere, o CNPJ etc.

Manter um histórico

Além de registrar as movimentações que entram nas contas do balanço patrimonial, é importante preservar esses registros, bem como os BPs montados a cada ano. Dessa forma, você poderá relacioná-los para verificar a evolução do negócio ao longo dos anos, o que é importante para avaliar as suas perspectivas de crescimento e, de forma indireta, realizar projeções de vendas.

No caso de pedido de recuperação judicial, isso ainda se torna fundamental, pois, como mencionado, é preciso de pelo menos 3 BPs para dar entrada nesse processo.

Contratar uma assessoria contábil

Para não ter entraves na hora de montar essa demonstração financeira, é fundamental buscar o apoio de uma assessoria contábil ou de um contador eficiente. Dessa forma, um dos dois poderá ajudar você a organizar melhor os dados financeiros do seu negócio que serão usados para confeccionar o BP. Consequentemente, poderá ter todos os benefícios de um BP completo, além de conseguir realizar análises mais efetivas e completas.

Portanto, não deixe de enviar os documentos e as demais informações econômicas, decorrentes de eventos que envolvem valores monetários, a um desses parceiros. Aliás, um dos erros de gestão financeira é não manter um controle desses eventos, pois pode dificultar o aferimento dos resultados que serão colocados no BP. Portanto, é preciso manter boa disciplina na hora de lançar os valores em controles, fazendo isso periodicamente.

Adotar um sistema de gestão financeira

Também é recomendado adotar um bom sistema de gestão para empresas, como uma solução Enterprise Resource Planning (ERP). Ela automatiza a obtenção de dados econômicos, tendo como base os processos realizados nela mesma.

Por exemplo, um sistema que tenha módulo financeiro é capaz de simplificar os fluxos de entradas e saídas de recursos da empresa, gerando relatórios completos sobre eles. Esses relatórios poderão servir como fontes de informação para a construção do balanço patrimonial da organização.

Também é possível obter indicadores de desempenho que ajudam o negócio a melhorar os seus pontos fracos. Esses, por sinal, podem ser analisados em conjunto com o BP. Vale destacar que um sistema de gestão também é útil para juntar e fornecer dados a outros demonstrativos, como o DRE.

É importante mencionar que a utilização de demonstrações contábeis contribui para que o gestor aperfeiçoe o gerenciamento econômico de seu negócio no médio e no longo prazo. Afinal, esses instrumentos agregam informações importantes a respeito da performance e dos resultados da organização.

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Conclusão

Como você viu até aqui, o balanço patrimonial surge como um dos mais relevantes instrumentos financeiros, pois traça um panorama amplo sobre bens, direitos, obrigações e demais itens que configuram a condição patrimonial da empresa.

Neste artigo, mostramos quais são os elementos que compõem o balanço patrimonial, a sua importância e como prepará-lo. Esperamos que o conteúdo tenha sido útil para você!

Para ficar por dentro de mais dicas financeiras ou informações contábeis que podem ajudar a melhorar a gestão da sua empresa, continue acompanhando o nosso blog.

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